Estávamos em meados da década de 90, no rescaldo dos mundiais de juniores de 89 e 91, quando a chamada geração de ouro começou a ser exportada. Se bem me lembro, os primeiros a sair foram Rui Costa, Paulo Sousa e Fernando Couto, para a Fiorentina, Juventus e Parma, respectivamente. Destes, obviamente, o que foi mais "sentido" foi Fernando Couto que iria reencontrar Vítor Baía em Barcelona, tal como Figo. Foram estes jogadores, fundamentalmente, que inauguraram a razia dos talentos portugueses no campeonato português. Razia essa agravada dois ou três anos mais tarde com o acórdão Bosman. Mas onde eu queria chegar, era ao "sentimento" de perda de Bruno Alves, em contraponto a Fernando Couto. Ambos se impuseram pela sua postura agressiva, mas leal. Pela entrega ao jogo e ao clube. Mas na hora da saída, encontramos diferenças. Talvez porque os tempos são outros, Bruno Alves não se coibiu de demonstrar a sua vontade de sair pelo menos neste último ano, comprometendo muitas vezes a equipa. Talvez por isso quando via Lula ou Gaspar no centro da defesa sonhava com o regresso de Fernando Couto. Agora que vejo Maicon a revelar-se e Rolando a confirmar-se só consigo sentir um forte alívio por não ter que ouvir novamente Washington na TSF ou na Antena 1.
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Eu bem dizia...
Que era contra-natura o Porto jogar na SIC. O grande José Augusto teve oportunidade para gritar pelo Nico!
Tranquilidade à la Jardel!
Ao ver jogar este Porto de André Villas-Boas, (3-0 ao Rapid de Viena) voltei a sentir algo que desde que o Jardel deixou o Porto não voltei a sentir. Como diz a música, I gotta feeling cada vez que o Porto joga e esse feeling é de que mais cedo ou mais tarde o golo da vitória aparecerá. Com tranquilidade.
Só por uma vez vi o Jardel a jogar ao vivo. Quis o "destino" que estivesse atrás da baliza do último grande guarda-redes da família Galaró quando marcou um dos seus melhores golos em Portugal.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Paciência!
Ó Domingos, paciência, acontece aos melhores. Espero bem que daqui para a frente seja diferente. É que daqui a três jornadas vão ao galinheiro e lá tem que, finalmente, puxar dos galões de vice-campeão. Vá lá, já passou!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Liga Europa: Como recuperar um troféu que ganhámos, não perdemos mas que também nunca ganhámos?
Ganhámos a Taça Uefa na última vez que por lá andámos. Depois disso, porque nunca lá pusemos os pés, nunca a perdemos, como refere o Público. Mas como entretanto a dita foi redenominada, também nunca a ganhámos!
Há sete anos foi assim.
Há sete anos foi assim.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Contra-ataque dos Calimeros.
Depois da Instituição, parece que o Sporting também reuniu o plenário dos órgãos sociais. Vem agora o presidente da Assembleia-Geral, o causídico Rogério Alves, queixar-se de que os chamam calimeros e que não querem ser nem bodes nem cordeiros.
É caso para perguntar onde andam Vieira e Bettencourt. A fazer as coisas por outro lado?
O Benfica, 13.º classificado, com três pontos, e o Sporting, quinto, com sete, defrontam-se domingo, às 20h15, em encontro da quinta jornada da Liga portuguesa de futebol.
Suicídio colectivo ou meninos mimados?
A cada dia que passa - desde que Roberto se estreou na baliza do Benfica, desde que Ramirez saiu da luz, desde que Di Maria passou a ser suplente em Madrid, desde que Jesus (agora de Nazaré) deixou de ser o messias, desde que o ponta-de-lança na Liga Ricardo Costa passou a ser apenas um escriba do Record – a Instituição Benfica e os seus dirigentes e adeptos acéfalos (sim ainda há adeptos do Benfica que não gostam que lhes atirem areia para os olhos, são poucos mas ainda há) fazem-me lembrar aqueles suicídios colectivos das baleias. Dizem que esse trágico fenómeno da natureza, não é mais do que isso: um fenómeno natural. Pensa-se que os cetáceos ficam desorientados. Se calhar também é isso que acontece à Instituição quando deixa de ter uma referência na Liga. Foi isso que aconteceu a seguir ao campeonato “Cunha Leal”, mais conhecido como “Estorilgate” e pelos vistos está a acontecer depois do campeonato “Ricardo Costa”, mais conhecido como “campeonato dos túneis”. Ou então não. Se calhar são só meninos mimados a quem se tira um chupa e começam a berrar.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
E o polvo, pá!?
Queiroz vai para a rua porque afinal não atingiu os objectivos. Engraçado, em Julho a conversa era outra. Parece que afinal não tem contrato de trabalho, mas sim uma prestação de serviços. Como? Então para quê processos disciplinar. O processo disciplinar existe para aferir da existência de uma infracção disciplinar com vista à aplicação de uma sanção. Mas tudo isto decorre do pressuposto de existir subordinação jurídica, o que só ocorre ao abrigo de um contrato de trabalho. Mais uma vez o chico-esperto do Madaíl no seu melhor, para sair de fininho do buraco onde se meteu e onde meteu a selecção. Madaíl, qual animal invertebrado - como o polvo - consegue passar por onde mais ninguém passa, dobrando-se como mais ninguém dobra. Ou manobra. Está na hora, está na hora, do Madaíl ir embora. E eu que não posso com polvo. Só de olhar faz confusão. E o cheiro! Arrgg!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Porto é na SIC e outras coisas contra natura.
O Benfica na Liga dos Campeões é contra natura e tem destas coisas. O Porto passa a jogar na SIC. O canal dos "porcos da bola" e do cão-de-água português vai acompanhar o Porto na Liga Europa. Duas coisas contra natura. Será que vamos ter o Nuno Luz a vibrar com um golo do Genk? Não vamos porque não vai haver nenhum.
Contra natura é fazer da praia um cinzeiro e "partilhar" o fumo e as beatas com os mais pequenos.
Contra natura é estender a toalha junto a um rochedo de 5 m de alto e 1m de largura, mesmo de baixo do aviso de perigo.
Quanto às beatas na areia e a toalha no rochedo à beira do colapso não há nada a fazer. Quanto ao Porto na SIC no próximo ano, só se a estação de Carnaxide comprar os direitos da Liga dos Campeões.
Contra natura é estender a toalha junto a um rochedo de 5 m de alto e 1m de largura, mesmo de baixo do aviso de perigo.
Quanto às beatas na areia e a toalha no rochedo à beira do colapso não há nada a fazer. Quanto ao Porto na SIC no próximo ano, só se a estação de Carnaxide comprar os direitos da Liga dos Campeões.
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