sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Elogiar o Benfica?! Nunca!

Não costumo ver os jogos do Benfica - já me chegam os do F.C.Porto para me preocupar, enervar, stessar...e então nos últimos tempos!...-, mas dizem-me que está a jogar bem. Ora, porque está a jogar bem a propaganda acha que todos devíamos elogiar os vermelhos e não apontar os erros arbitrais, os dois pesos e duas medidas da Liga, as confusões nos túneis, etc., que os beneficiam - até parece um crime de lesa pátria não nos curvarmos perante a "excelência" do futebol benfiquista! Por exemplo, esse patético paineleiro do Trio d' Ataque, o benfiquista António-Pedro de Vasconcelos acha que há penalti contra o seu clube, falta de Maxi Pereira sobre Camora, mas como o Benfica jogou muito bem e foi muito superior, ninguém, apesar do resultado ter ficado em 1-0, devia colocar em causa os méritos do clube do Vieira e a justiça do triunfo encarnado. A opinião do realizador que podia ser multiplicada por muitas outras do mesmo género, é um absurdo e uma provocação em particular aos adeptos do Tetracampeão. Explico porquê: há quanto tempo domina o F.C.Porto o futebol português? Há mais de 20 anos, seguramente. Não houve épocas em que o F.C.Porto jogava muito à bola, dava grandes espectáculos, e para além do o futebol português, não dominava, até, o futebol internacional? É verdade. Mas os benfiquistas alguma vez elogiaram e deram o valor ao F.C.Porto, mesmo quando entrava e entra, pelos olhos dentro que as razões das vitórias portistas eram e são, porque tinha e tem - ainda acredito que no final da época este meu optimismo se vai confirmar. Acelere, Jesualdo, acelere... -, melhores jogadores, melhores equipas e melhores técnicos, sem esquecer os dirigentes? Não preferiram sempre arranjar desculpas com sistemas, apitos, árbitros e tudo o que lhes dava jeito para denegrir as vitórias e as conquistas do F.C.Porto? Ainda há pouco tempo uma troglodita não escreveu isso mesmo no jornal do Benfica? É indiscutível que era assim e assim será, se as coisas como espero e desejo mudarem nesta Liga 2009/2010 que eles dão como garantida. Por isso, porque tenho memória e não esqueço... elogios ao Benfica?! Nunca na vida! Não me deixo anestesiar por aquilo que ondas, andores, máquinas de propaganda, ou o quer que seja, me tentem impingir... Os abutres, que tentaram ir à Champions à nossa custa, fora das quatro linhas, são o alvo a abater e ponto final.

In Dragão até à morte

Um clube que tem como único objectivo aniquliar o FCPorto só merece desprezo.

Homenagens? Quanto muito, póstumas.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A chatice da lei, por José Manuel Meirim.

1. Este espaço é um exercício de liberdade de expressão. Por isso quem escreve sofre as devidas (?) consequências, e em particular encontra-se sujeito às represálias dos poderes instituídos. Mas a liberdade de expressão envolve ainda danos pessoais. Auto censura-se quem, em nome da amizade, do «conhecimento», ou de outras razões, cala aquilo que, em outras ocasiões, com outros protagonistas, sempre diria. Há que dizer o que tem que ser dito.
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2. A semana «futebolística» viu-se abalada com a decisão do Conselho de Justiça (CJ) relativa ao jogo de juniores, entre o Sporting e o Benfica, decisivo para a atribuição do título de campeão nacional da época passada. Foram proferidas declarações eivadas de contra-informação, num primeiro momento, em particular, pelo Benfica. Era claro que a decisão do Acórdão do CJ só tinha uma leitura possível: a atribuição do título ao Sporting.Mas deixemos o nefasto folclore que sempre rodeia estas matérias e vejamos a decisão do CJ, destacando o possível.
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3. É uma muito má decisão.O CJ não “gostou” de decidir. Tal é patente nas observações iniciais. Critica a acção policial e a própria Direcção da FPF. Que chatice a força policial não ter agido como devia. Que grande chatice não ter a FPF instado os clubes a repetir o jogo, impedindo que um campeonato fosse decidido na “secretaria”. Com base em que norma, sem atropelo do Regulamento Disciplinar, o poderia ter feito?Como é possível o CJ ver a sua decisão como um acto de “secretaria”? Não lhe cabe repor a legalidade e impedir que os campeonatos não se ganhem «no terreno» violando as normas?
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4. Um sério e bem preocupante erro é a afirmação de que nos encontramos no domínio da responsabilidade objectiva dos clubes, isto é, em breve, não se aplicam os princípios do direito sancionatório público, como o princípio da culpa: ninguém pode ser punido sem ter culpa.Para o CJ a responsabilidade decorre do risco próprio inerente ao exercício da actividade desportiva. Tipo instalação de gás?Ora, o Tribunal Constitucional em 1995 (!) firmou o princípio da culpa no domínio da violência dos adeptos quando reportado aos clubes de que são seguidores. Os clubes têm deveres, desde logo o de vigilância, mas ainda o da promoção, junto dos seus adeptos, dos valores da ética desportiva. E isso perdura na lei portuguesa. Mas se o CJ não gosta desta doutrina e lê na lei e nos regulamentos uma responsabilidade objectiva, só lhe resta um caminho, o qual tem sido seguido pelos tribunais franceses e italianos: não aplicar normas que são inconstitucionais e ilegais por violarem esses princípios.O CJ não existe para aplicar cegamente os regulamentos federativos, mas antes o Direito.
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5. Por último, e aqui confessamos que estamos a ir um pouco além do que devíamos (pois todos nós não conhecemos os elementos de prova), uma palavra sobre os factos dados como provados no CJ: quando os adeptos do Benfica passaram por trás de uma das bancadas onde estavam adeptos do Sporting voltaram a acontecer situações de insultos e os primeiros apedrejamentos simultâneos entre adeptos. Ora isto foi antes ou depois da fuga – legítima – para o relvado das pessoas que se encontravam na bancada? Se foi antes faz toda a diferença, pois o CJ entende que foram apedrejamentos simultâneos.
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6. O título deve ser atribuído ex aequo e há dois campeões: o CJ e o Presidente da FPF.Este, no passado dia 2 (devia estar em Lisboa) fez uma declaração à nação do futebol. Diz ele que quando ocorreu a «coisa» estava fora do país defendendo, no entanto, que se mandasse imediatamente repetir ou continuar o jogo a partir do momento da interrupção. Infelizmente (palavras do próprio), os regulamentos obrigavam à instauração de um processo disciplinar no âmbito do qual competia, em exclusivo, aos órgãos jurisdicionais a decisão de mandar ou não repetir a partida (outro chateado com os próprios regulamentos, mas pelo menos, ao contrário do CJ, parece que os conhece).“Mais uma vez, uma tomada de decisão célere da FPF, defendida por mim e outras pessoas, esbarrou nos velhos problemas do futebol português. (…) Como se sabe (…) a Direcção que lidero apresentou uma proposta de novos estatutos (…) que poderia abrir caminho a algumas soluções, nomeadamente reforçando os poderes do executivo para tomar medidas céleres e adequadas a várias situações (…)”.
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Traduzindo: tivesse eu poder absoluto e isto não tinha chegado ao que chegou, sendo certo que embora esteja consciente dos “velhos problemas” convivo com eles há muito tempo. É uma chatice, ainda por cima quando temos que respeitar normas. É tudo uma enorme chatice. O futebol está cheio de masoquistas.
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José Manuel Meirim, in Público

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Amigos, amigos, negócios à parte!

Notícia avançada pelo “Expresso”
Face Oculta: Supremo diz que escutas a Sócrates são nulas.

De acordo com o mesmo jornal, o tribunal presidido por Noronha do Nascimento argumentou que as escutas deveriam ter sido previamente validadas por um tribunal superior. Não tendo tal acontecido, o Supremo Tribunal de Justiça, órgão máximo da magistratura judicial em Portugal, já decidiu decretar a nulidade da certidão envolvendo escutas telefónicas em que aparece o primeiro-ministro.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Cem nada.

Ontem, no Funchal, foi o centésimo jogo de Jesualdo pelo FCPorto para o campeonato. Diz a tradição que é uma deslocação difícil e que, por isso, há que "dar o litro". O que se viu ontem e nos últimos jogos, foi um FCPorto que nem meio litro dá.

É caso para dizer que o FCPorto de Jesualdo aos cem jogos para o campeonato é um FCPorto cem ritmo, cem vontade, cem dinâmica. Cem nada que se veja.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Objectivo: 1.º lugar do grupo.

Provavelmente esta é a primeira vez que o FCPorto garante a passagem à fase seguinte à quarta jornada. E logo num grupo teoricamente difícil. Agora, o próximo objectivo só pode ser o primeiro lugar do grupo, o que é algo, até, a que nos temos habituado nos últimos anos. Manias. De vencer.
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PS: O comentador Bruno Prata passou as duas últimas semanas a dizer aos microfones da TSF que Falcão saiu da Argentina com o rótulo de perdulário em lances de fácil concretização. Nós sabemos a vontade que grassa por aí para que Falcao se fira numa asa. Mas o tiro tem saído pela culatra.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

"O modelo do Porto não muda".

Desde que ganhe...!



Entrevista completa e em português aqui.

E o resto?

Foi retirado o campeonato de juniores ao Benfica; aquele da intifada. Já só lhes falta ficar sem a Taça da Liga; aquela do Lucílio Calabote Batista e a Liga de 2005; aquela do Estorilgate. Com jeitinho e puxando bem pela memória, ainda ficam sem a Taça de Portugal de 2004.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Humildade!...cogitações?

Derrota do Benfica leva adeptos a aprenderem o significado da palavra humildade

“Esta da humildade é uma palavra nova para mim. Ainda me custa a pronunciá-la e até faz doer os maxilares. Parece uma palavra inventada pelo Freitas Lobo ou aquelas palavras estrangeiras muito usadas pela malta dos computadores e das internetes”, testemunhou um lampião. Luís Filipe Vieira também já está a tentar adaptar-se à nova realidade. “Já dizia Tomás de Aquino: a humidade é o primeiro degrau para a sabedoria. Não comecem é a especular coisas. Jesus é o nosso treinador e tem contrato. Tomás de Aquino não está nas nossas cogitações, até porque, ao que sei, o Tomás de Aquino tem contrato com outra equipa”, revelou Luís Filipe Vieira.

Tradição e Terrorismo.

Sócios aristocráticos do Sporting contentes que clube mantenha tradição de não ganhar

PSP impediu adeptos “leoninos” de invadir Estádio de Alvalade